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Satélites acusam que a vegetação mundial não deixa de se expandir

Luis Dufaur –

O mundo está cada vez mais verde e a vegetação mundial não deixa de se expandir. Desde 2003 as plantas captam anualmente 4 bilhões de toneladas de carbono a mais do que no ano anterior, inclusive o CO2, noticiou a agência Reuters.

A China, que destruiu suas florestas para produzir energia a qualquer custo no Grande Salto Adiante, ficou desesperadamente sem madeira e agora está plantando em grande estilo.

Os antigos estados soviéticos estão restaurando suas plantações e seus bosques aniquilados pela reforma agrária, e suas savanas estão mais exuberantes, devido à maior precipitação.

Os cientistas que analisaram os dados recolhidos por satélites nos últimos 20 anos constataram o aumento de consumo vegetal de CO2, contradizendo os temores forjados em torno do desmatamento no Brasil e na Indonésia.

Os dados da pesquisa foram publicados na revista Nature Climate Change.

O CO2, dióxido de carbono, representa a maior parte do carbono da atmosfera e é o gás da vida. Ele está na própria base do desenvolvimento da vegetação e da cadeia alimentar. É armazenado pelas plantas, formando o corpo delas, especialmente a madeira das árvores.

Porém, a arbitrariedade do alarmismo apocalíptico verde apresenta esse gás sumamente benéfico como se fosse o maior vilão, o causador do maior de todos os males – o ‘aquecimento global’ –, produzido pelo pior dos predadores do planeta: o homem, com suas máquinas e sua civilização!

O estudo não adota essas posições, mas esvazia temores estultos na aparência e ideologicamente induzidos.

Yi Liu que foi o diretor do trabalho é cientista da Universidade de New South Wales, Austrália. Ele se especializou no ciclo da água, incluída a das chuvas, e usou uma nova técnica de coletar os dados dos satélites para calcular o volume da vegetação numa área determinada.

E os dados apresentaram uma vegetação muito mais luxuriante e em expansão do que a apresentavam os métodos antigos, baseados em observações terrestres.

Observações desde o espaço apontam que o mundo em seu conjunto está ficando mais verde contrariando apreensões a respeito do desmatamento e das secas. Imagem: Carl Davies/CSIRO, CC BY-SA

Observações desde o espaço apontam que o mundo em seu conjunto está ficando mais verde
contrariando apreensões a respeito do desmatamento e das secas.
Imagem: Carl Davies/CSIRO, CC BY-SA

E Liu ficou surpreso não só com os dados da China e dos ex-países soviéticos outrora devastados pelo coletivismo. Ele ficou admirado pela grande expansão da vegetação, favorecida pelo aumento das chuvas nas savanas tropicais e nos cerrados da Austrália, da África e da América do Sul.

“As savanas e os cerrados são sensíveis à chuva – num ano muito úmido as plantas fixam muito carbono, mas num ano de seca perdem o carbono fixado nos anos anteriores”, explicou.

Não é difícil concluir o benefício da exploração agropecuária nessas imensas áreas que visam compensar as mudanças naturais pluviométricas e multiplicar a plantação absorvedora de CO2.

Louis Verchot, diretor de pesquisas do Center for International Forestry Research, sediado na Indonésia, comentou que as descobertas de Liu permitem imaginar em larga medida o que se pode esperar de um mundo mais quente e úmido, resultante de uma mudança climática aquecedora.

O resultado dessa previsão científica é o contrário dos panoramas apocalípticos da militância ambientalista radical.

Se acontecer o ‘aquecimento global’ até agora não concretizado, “à medida em que as terras geladas da Sibéria, do Canadá e da Groenlândia forem sendo substituídas por vegetação, as fronteiras dos bosques avançarão para o norte e o Ártico vai aquecer”, explicou

Com a vegetação crescendo, aumentará a absorção do CO2 que está na atmosfera, obedecendo ao fator conhecido como “efeito fertilizante do CO2”.

Em poucas palavras, se algum dia houver um ‘aquecimento global’, ele aumentará a vegetação que será consumirá o aumento de CO2 e afastará o ‘bicho papão’.

Precisamente o contrário do apregoado pelos agitadores comuno-anarquistas do pânico apocalíptico anticivilizatório.

Os afobados militantes verdes não terão percebido a contradição em que foram se afundando?

Para a ideologia verde, neocomunista e sectária, nem a natureza, nem a lógica, nem a ciência interessam.