MORRE, EM PORTO ALEGRE, O ESCRITOR JOÃO GILBERTO NOLL

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MINISTRO DO TURISMO VISITA FLORIANÓPOLIS

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PROPOSTA ACABA COM O IMPOSTO SINDICAL OBRIGATÓRIO

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PREFEITURA FISCALIZA OBRAS IRREGULARES NO SUL DA ILHA

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Mutirão de fiscalização teve como alvo obras irregulares no Sul da Ilha de Santa Catarina. A finalidade é coibir construções ilegais em Leia mais »

TENTATIVA DE GOLPE CONTRA PENSIONISTAS DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO

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Governo do Estado anuncia investimento de R$ 350 milhões em obras de saneamento na Capital

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COP21: raiz ateia, anticristã e anticientífica da proposta ambientalista

Luis Dufaur –


Continuação do post COP21: “pressão moral” ou “pressão imoral”, o âmago da questão

Catolicismo — O senhor julga que os norte-americanos são mais propensos que outros povos a uma visão objetiva sobre a questão do aquecimento global? Eles são receptivos à mensagem da Cornwall Alliance e de organizações similares?

Calvin Beisner — Comparadas com sondagens realizadas em várias partes do mundo, constata-se que a população americana é mais cética do que a europeia quanto ao “perigo do aquecimento global provocado pelo homem”.

Contudo, eu tenho dúvidas de que tenhamos informações de boa qualidade a esse propósito dos povos da África, Ásia e América Latina. Mas constata-se que os americanos tendem a ser um pouco mais céticos, e possivelmente há uma série de razões para isso.

Por um lado, historicamente a Europa vem sendo muito mais habituada a um sistema burocrático do que os Estados Unidos.

Infelizmente, penso que também nós estamos sendo levados por esse caminho já que, aqui também, a mensagem alarmista serve de escusa à expansão de uma burocracia estatal.

Mas isso é apenas um aspecto do problema. Os Estados Unidos se mantiveram muito mais ativos na fé cristã ao longo do século passado do que a Europa.

O fato de que historicamente nos Estados Unidos dedica-se mais tempo a leitura das Sagradas Escrituras, provavelmente contribuiu a que seu povo seja mais cético sobre um aquecimento global causado pelo homem.

Penso que isso se dá porque o alarmismo sobre o aquecimento global carece de evidência científica sólida e empírica.

Na Rio+20: meditações pelo planeta com incenso e cristais exploram a superstição e afastam do cristianismo (foto Luiz A. Ryff).

Na Rio+20: meditações pelo planeta com incenso e cristais exploram a superstição e afastam do cristianismo (foto Luiz A. Ryff).

Também, esse alarmismo é inerente e intuitivamente incompatível com aquilo que as Escrituras nos ensinam sobre Deus e a sua Criação, e tudo isso é causa desse ceticismo.

A noção de que uma mudança minúscula na composição química da atmosfera — de 28 milésimos de 1% a 56 milésimos de 1% de dióxido de carbono, durante um período de várias centenas de anos — venha a ser a causa de resultados cataclísmicos em termos de aquecimento global (com o derretimento as calotas polares, conjugado com um aumento do nível dos mares e um grande incremento das tormentas meteorológicas e coisas do gênero), é muito inconsistente com aquilo que nos ensinam as Sagradas Escrituras.

Isto é, que a Terra e todos os seus muito diferentes sistemas geológicos e oceanológicos são o produto de um Planejador infinitamente sábio, de um Criador onipotente e de um Sustentador absolutamente fiel.

Lemos no Gênesis (1,31): quando Deus criou tudo, Ele considerou o conjunto “muito bom”. Se eu fosse um arquiteto e projetasse edifícios nos quais, se alguém se apoiasse em uma de suas paredes, e a estrutura daquele edifício ampliasse a pressão do peso do corpo, levando todo o edifício a desmoronar, alguém me consideraria um brilhante arquiteto?

Penso que não. Ora, é injuriar a Deus considerá-Lo tão péssimo arquiteto.

O Dr. Roy Spencer, um dos membros mais antigos da Cornwall Alliance, diretor de pesquisa científica no Centro de Ciência do Sistema Terrestre da Universidade do Alabama e líder da equipe do Programa Satélite Aqua de Sensoriamento Remoto da NASA (que é a fonte de dados de todas as horas de cada dia do ano, sobre a temperatura atmosférica global em todas as latitudes, longitudes e elevações, fonte de dados de temperatura mais abrangente que existe), pensou:

“Bem, os modelos climáticos todos supõem que as nuvens são afetadas pelo aquecimento de superfície, de forma a aumentar esse aquecimento. Eu me pergunto quão verdadeira é essa suposição.”

Rio+20: a religião ambientalista tem até beatas anticapitalistas!

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Então ele projetou alguns testes e trabalhos de observação, utilizando a rede dos satélites de que dispunha e descobriu que o oposto é a realidade.

Que as nuvens respondem ao aquecimento da superfície, minimizando-o, reduzindo-o. E elas respondem ao esfriamento da superfície, também minimizando-o.

Em outras palavras, na realidade as nuvens funcionam como termostato para a Terra.

Entretanto, todos os modelos catastrofistas pressupõem que as nuvens representavam uma reação positiva. Seu trabalho de observação indicou que há, pelo contrário, reação negativa.

Assim, uma vez mais a fé cristã pode nos abrir olhos para a evidência da observação científica, à qual, de outro modo, poderíamos não prestar atenção.

Catolicismo — Poder-se-ia dizer que foi planejado?

Calvin Beisner — Pode-se dizer isso. Obviamente, o projeto da Criação inteligente é odiado pelos cientistas laicistas, mas eu não acho que se possa fugir dele.

Se não temos nenhum problema em dizer que o conjunto da Enciclopédia Britânica é o resultado de um projeto inteligente, então eu não sei por que poderíamos ter problema em dizer que os próprios seres humanos — bem como o sistema climático — são o resultado de um projeto inteligente.

Uma célula envolve o intercâmbio de uma massa de informações milhões de vezes maior do que a Enciclopédia. Essas informações não surgiram por acaso. Outro exemplo, a ordem interna dos cristais pode se produzir aparentemente por acaso, mas não as informações da estrutura celular.

continua no próximo post: COP21: projeto de governança mundial multiplicará a pobreza